terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

IRPF: chegou a hora de fazer sua declaração


IRPF: chegou a hora de fazer sua declaração

IRPF: chegou a hora de fazer sua declaração

Vai começar a maratona para declaração do Imposto de Renda (IR). Os formulários disponíveis no site da Receita Federal devem ser devidamente preenchidos e entregues entre os dias 1º de março e 30 de abril. Com um pouco de paciência e boa dose de organização, a tarefa anual pode ser concluída sem desespero. E com a orientação certa e muita atenção, é possível tranquilizar o “leão”. Ter a informação correta é essencial para não cometer erros e ainda reduzir o impacto do imposto. Importante, pode ser que você seja isento de pagar IR, mas não de fazer a sua declaração. Ao declarar imóveis, o cuidado é ainda mais relevante, por conta dos valores investidos. Acompanhe essas dicas e acerte na sua declaração. 
1. Quem deve declarar
Toda pessoa física que reside no Brasil e, durante 2012, recebeu rendimentos tributáveis (salário, por exemplo) superiores a R$ 24.556,65 tem de fazer a declaração do IR. É preciso ficar atento, pois no ano anterior esse limite era menor: R$ 23.499,15. Outros contribuintes que devem declarar: quem teve rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte, com valor superior a R$ 40.000 (indenizações, por exemplo); donos de bens e direitos em valor acima de R$ 300.000 e quem preferiu a isenção do IR do ganho de capital na venda de imóveis residenciais, porque aplicou o dinheiro na compra de outro imóvel residencial, em até 180 dias a partir venda do imóvel original. 
2. Declaração de imóveis
Se você está no grupo dos que devem fazer a declaração do IR e é proprietário de um ou mais imóveis, precisa incluir esta informação no formulário. É importante inserir corretamente o tipo de imóvel, seja casa, apartamento, terreno, galpão, loja ou qualquer outra edificação, pois a Receita Federal os identifica por códigos diferentes. Outra informação imprescindível: a forma de aquisição do imóvel – se foi comprado na planta, à vista com prestações pagas à construtora; ou financiado por meio de linha de crédito ou Sistema Financeiro de Habitação. A reforma feita no imóvel deve ser descrita na declaração juntamente com as notas e recibos para comprovação da benfeitoria.
Declarar Imovel 
3. Venda de imóveis
Quando você vende um imóvel, independentemente do motivo, deve incluir na declaração. E aí há incidência do imposto sobre o “ganho de capital”, que nada mais é do que a diferença entre o valor de venda e o de compra. Quanto menor for essa diferença, menor também será a incidência de imposto. E como fazer tal redução se a valorização do imóvel de um ano para outro não entra na declaração? É possível acrescentar alguns itens ao valor de compra: custos com reformas e melhorias, Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e Laudêmio com a lavratura e registro da escritura e com corretagem. Vale ressaltar que tal inserção só será possível com todos os comprovantes desses gastos em mãos. 
4. Imóvel do casal
Os noivos se preparam para compartilhar a vida a dois e já compraram um apartamento. Quem é que declara? Os dois! No caso de terem adquirido o imóvel de forma igual, metade e metade, a declaração deve ser divida da mesma forma. Cada um inclui em seu formulário 50% das parcelas pagas durante o ano referência (2012). Se o “doce lar” é uma aquisição anterior a 2012, faz-se a atualização com as parcelas pagas no ano passado.
Declarar imovel do casal 
5. Isenção de pagamento do IR sobre a venda de imóveis
Há isenção de pagamento do imposto quando o ganho capital com a venda de imóveis for igual ou inferior ao valor limite de R$ 35.000; o único imóvel do contribuinte foi vendido por um valor máximo de R$ 440.000 e esse mesmo contribuinte não ter vendido outro imóvel nos últimos cinco anos; ao adquirir um novo imóvel residencial num prazo máximo de até 180 dias, após vender outro imóvel residencial – enquadram-se nessa opção apenas contribuintes pessoas físicas residentes no país que utilizam o valor integral do ganho de capital para adquirir o novo imóvel; o imóvel que foi desapropriado pelo Poder Público Federal, Estadual ou Municipal. Imóveis adquiridos após 1969, é possível aplicar uma tabela regressiva de incidência de IR. 
6. Outros gastos 
O aluguel recebido, pago e os gastos com corretor ou administrador devem ser declarados. Pagamentos com condomínio e Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) não precisam ser computados. 
http://noticias.vivareal.com.br/

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Empreendimento na Praia Brava - Itajaí - SC


Os apaixonados por morar na praia, os que sonham com o primeiro imóvel, as pessoas que amam juntar os amigos e os idealistas que desejam dias felizes para sua família.
Com torres diferenciadas, o projeto do  Club House possui várias configurações de apartamentos para que um deles seja o ideal para você, 1 ,2 e 3 suítes. 





Mais de 3 quilômetros de areias claras, águas límpidas e um astral diferente de tudo o que você já experimentou. Esse é o palco do empreendimento,  a idealização apaixonada em forma de projeto arquitetônico. Um amor que agora pode ser correspondido. Aproveite o que há de melhor da Praia Brava, do verão, do mar, das baladas em um empreendimento repleto de sentimentos.









Vendas:

Frederica Richter

 CRECI/SC 12978 I CNAI 1767 
Rua 3500, n º 215 - quadra do mar 
Baln. Camboriú - SC 47 3361 7707 / 9911 8692


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Brava Sea's - Empreendimento na Praia dos Amores,Balneário Camboriú









Edifício constituído de 1 bolco com 4 pavimentos, formado por planos horizontais , possuindo 05 apartamentos (sendo 1 cobertura. Belíssima vista. Acesso à praia. 

Apto tipo: Area total de 154 m e privativa de 115 m.

Duas vagas de garagem para cobertura e uma para demais apartamentos.

Unidades com três suites , sala ampla , churrasqueira , cozinha , lavanderia e lavabo.

Elevador , istalações para ar condicionado Split , internet , tv paga , telefone e interfone.

Persianas com acionamento elétrico.

Valores :

Ap tipo  R$ 900.000

Cobertura  R$ 1.600.000



Frederica Richter
 CRECI/SC 12978 I CNAI 1767 
Rua 3500, n º 215 - quadra do mar 
Baln. Camboriú - SC 47 3361 7707 / 9911 8692


Virou bom negócio



por
 

Comprar um imóvel para alugar ou aplicar em fundo que fazem isso, um tipo de investimento que era um mico há alguns anos, virou uma ótima opção com a queda dos juros. Mas quem comprou antes pagou mais barato.
O engenheiro paulistano Luiz Fernando Gambi passou mais de 15 anos ouvindo provocações sempre que conversava sobre investimentos. Seus amigos aplicavam, basicamente, na bolsa e na renda fixa – e ficaram um bom tempo rindo a toa com os juros de 20% ao ano e com a valorização das ações, especialmente das empresas que abriram o capital entre 2004 e 2007 (algumas chegaram a subir mais de 50% num único dia). Só que ele sempre investiu em imóveis – e só em imóveis. Seu objetivo era comprar o maior número possível de casas e apartamentos (ele não diz quantos tem, mas corretores garantem que são mais de 50, todos em São Paulo) e alugá-los para conseguir um retorno de 1% ao mês. Para amigos, era uma loucura: Gambi passava vários finais de semana procurando imóveis, outros acompanhando a reforma de propriedades antigas e um bom tempo negociando com corretores – e, se tudo desse certo ganhava perto de 13% ao ano. Hoje, quando as conversas sobre investimentos aparecem, os papéis se invertem. São os amigos que ficam pedindo conselhos. “Eles querem saber os melhores bairros, o que eu visitei no fim de semana, essas coisas que pareciam chatas e agora parecem interessantes”, diz.
É verdade que comprar um imóvel para alugar – ou colocar dinheiro num fundo imobiliário que receba aluguéis de um shopping ou prédio comercial – não é o melhor negócio do mercado. O retorno que os investidores têm conseguido fazendo isso caiu de 7% para 6% ao ano, em média, nos últimos cinco anos, segundo uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Mas, pela primeira vez desde o início do Plano Real, em razão da queda dos juros, esse rendimento é maior que o de títulos públicos atrelados à inflação (faz-se essa comparação porque os aluguéis são, na maioria das vezes, corrigidos por índices de preço). E, no caso dos imóveis, ainda existe a chance de os preços subirem e o investidor ganhar algum dinheiro vendendo por um valor maior. A valorização dos imóveis continua, embora com menos força que em anos anteriores. Em média, os preços das casas e dos apartamentos subiram 18% em Recife, 16% em São Paulo, 15% no Rio de Janeiro e 4% em Brasília nos últimos 12 meses, de acordo com a Fipe. Mas quem comprou há anos, como Fernando Gambi, ganhou mais de 300%.
Reportagem-Exame-Imoveis-3
Em geral, os imóveis mais fáceis de ser alugados são os pequenos, de até dois dormitórios – um levantamento do site Zap, que reúne os classificados eletrônicos para a venda de imóveis em sete cidades, mostra que os apartamentos com aluguel no valor entre 1500 e 2000 reais são os mais pesquisados pelos usuários. Em parte, isso é explicado pela mudança no perfil de moradia dos brasileiros: na última década, o número de pessoas por domicílio caiu 16%, e quem decide sair de casa geralmente procura um lugar pequeno. Mas, para ganhar dinheiro comprando e alugando imóveis desse porte, é preciso barganhar para pagar pouco. Se é mais fácil alugar cobrando até 2000 reais por mês, o preço não pode ser muito superior a 400.000 reais – e é cada vez mais difícil encontrar imóveis de dois quartos por esse preço em algumas capitais.
Uma alternativa à compra de uma casa ou apartamento é partir para os fundos imobiliários. Há carteiras de aplicação mínima de 1000 reais. Alguns fundos distribuem em rendimento mensal, como se fosse um aluguel – é o caso daqueles que aplicam em shoppings, universidades, hospitais e empreendimentos comerciais já prontos e com inquilinos. No último ano, o rendimento médio foi de 9% ou 0,75% ao mês, segundo levantamento feito pela empresa especializada em investimentos imobiliários Uqbar/Portal TLON. Esse rendimento, somado à valorização dos imóveis, deu aos cotistas um retorno de 35% – e, pelas regras atuais, os fundos são isentos de impostos de renda. Foi um negócio excelente. Mas, claro, há riscos que, até agora, a maioria dos investimentos, entusiasmada com os altos rendimentos, tem ignorado. Alguns fundos aplicam parte do patrimônio em imóveis com problemas – como prédios com dívidas com o INSS e inquilinos que não têm alvará para de mudar – na esperança de resolvê-los de forma rápida e sem prejudicar o retorno de fundo. Mas, se der tudo errado, o investidor fica no prejuízo. O conselhos dos especialistas é que, antes de colocar dinheiro num desses fundos, o investidor separe algumas horas para ler o prospecto de cerca de 200 páginas, que reúne as informações sobre os imóveis – e os riscos da aplicação.
Quem acha que tem condições de avaliar os riscos de imóveis comerciais melhor que os gestores de fundos pode investir neles diretamente. A opção mais comum são os escritórios. Há os de altíssimo padrão, concentrados basicamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, que custam alguns milhões de reais. Uma alternativa mais barata são as “salinhas”, escritórios menores, geralmente alugadas por médicos, arquitetos e outros profissionais liberais. As mais baratas custam cerca de 300.000 reais. O valor anual do aluguel representa, em média, 10% do preço total do imóvel. É um percentual mais alto que o de imóveis residenciais, mas, segundo os especialistas, o risco também é maior. De acordo com consultores imobiliários, os prédios comerciais costumam ser construídos em ondas. As cidades ficam anos sem oferta e, de repente, vários edifícios são inaugurados ao mesmo tempo, o que pode derrubar os preços. Foi o que ocorreu com as salinhas em São Paulo. De 2007 a 2012, foram entregues 23.000 salas com até 100 metros quadrados. Corretores estimam que 40% delas estejam desocupadas (não há levantamentos oficiais para esse setor). A consultoria imobiliária Colliers também prevê um excesso de oferta de escritórios de alto padrão em São Paulo nos próximos meses, porque há prédios sendo construídos e o desaquecimento da economia em 2012 reduziu a procura das empresas por novos escritórios.
Reportagem-Exame-Imoveis-5
Nenhum consultor financeiro recomenda que os investidores façam como Fernando Gambi e apliquem tudo o que têm em imóveis. Ainda que a renda recebida com os aluguéis possa ser usada para cobrir algum gasto inesperado – ou para pagar a viagem de férias, por exemplo -, concentrar as apostas é arriscado. E também há oportunidades interessantes na renda fixa e na bolsa – com retorno algumas vezes superior ao do mercado imobiliário. De forma geral, os especialistas sugerem investir entre 5% e 30% do patrimônio em imóveis ou fundos do setor. “Deixar de considerar essa opção é um erro ainda mais num momento em que todo mundo precisa buscar retorno maior e renda fixa”, diz Rodrigo Menon, sócio da Consultoria Beta Advisors, que atende clientes de alta renda. O que Luiz Fernando Gambi tem dito a seus invejosos amigos? “É difícil achar bons negócios”, afirma. “Só procurando muito”. Vale, para investimentos no mercado imobiliário, a mesma regra de sempre. É até possível ganhar mais dinheiro que a média. Mas que dá um trabalho danado, dá.
Fonte: Revista Exame.

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